O senador Rodrigo Cunha cobrou nesta quarta-feira agilidade no pagamento da Renda Básica de Cidadania Emergencial, apelidada de coronavoucher. O auxílio de R$ 600 por pessoa, chegando a R$1.200 para mães que são chefes da família, foi aprovado pelo Senado na última segunda-feira e até agora ainda não chegou às mãos dos beneficiários.

Em entrevista ao portal G1, o senador destacou que não há justificativa para que o benefício demore tanto a ser pago, pois já há decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizando o orçamento de combate à crise do coronavírus, e a decretação do estado de calamidade pública, que também autoriza a destinação extraordinária de recursos da União para socorrer a população de forma emergencial.

“Por se tratar de um auxílio emergencial para uma das parcelas mais carentes da população, é fundamental que esse recurso chegue logo às mãos das pessoas. É gente que já está sofrendo com a perda de renda e que precisa de dinheiro hoje, já, para comprar comida. Da mesma forma, o socorro às pequenas empresas já foi anunciado, mas também não está ainda em vigor. Num cenário de tantas incertezas e dificuldades, tão importante quanto as medidas em si, é fundamental que sejam efetivadas rapidamente”, pontuou Rodrigo Cunha.

O senador apresentou hoje uma série de emendas durante a votação para ampliar o alcance do pagamento da Renda Básica de Cidadania Emergencial, apelidada de coronavoucher. A preocupação do senador é que, neste momento de grave crise, as desigualdades sociais não sejam aprofundadas. O benefício é extremamente importante, mas na visão de Rodrigo Cunha, precisa alcançar mais faixas da população, especialmente aquelas que já têm sofrido perda de renda decorrente da crise do coronavírus.

Acompanhe o trabalho do Rodrigo Cunha




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