O senador Rodrigo Cunha se reuniu nesta quinta-feira com o vice-presidente da Braskem, Marcelo Cerqueira, e toda a equipe responsável pela prestação de assistência aos moradores dos bairros afetados pela exploração mineral da empresa em Maceió.

Na reunião, o senador levou uma série de queixas e preocupações que os moradores têm relatado em relação ao fechamento de acordos e recebimento de indenizações pela perda de imóveis que tiveram de ser desocupados devido ao afundamento do solo.

Rodrigo Cunha tem acompanhado todo o drama das famílias dos bairros do Pinheiro, Mutange, Bebedouro e Bom Parto e cobrou maior eficiência e celeridade nas respostas da Braskem.

Além das dificuldades e demora no recebimento das compensações pelas famílias que tiveram de deixar suas casas, o senador pressionou por soluções para os imóveis comerciais, bem como para as escolas que também tiveram de deixar o local.

Sobre os acordos, Marcelo Cerqueira afirmou que a preocupação inicial da empresa foi a de retirar as pessoas das áreas de risco e realocá-las. Segundo ele, há cerca de 900 propostas de compensação em andamento desde abril, das quais 99% têm sido aceitas.

Com relação aos empresários, Rodrigo Cunha pediu um olhar específico para cada caso, para que nenhum seja prejudicado. A empresa informou que tem sido concedido um auxílio temporário e um aluguel.

Diante do esclarecimento de que o processo de compensação tem um prazo de análise a ser cumprido, o senador fez um apelo para que a situação não se arraste mais, pois as famílias afetadas vivem esse drama há pelo menos dois anos, e não é justo que esperem mais até que acordos sejam analisados.

“Quem vive ali no Pinheiro, Mutange, Bebedouro e Bom Parto já sofreu demais e há tempo demais. As soluções para elas são urgentes e não podem mais esperar. Não é justo”, pontuou.

Rodrigo vem atuando para que o problema dos afetados pela mineração da Braskem seja resolvido há mais de um ano, quando fez uma audiência pública no Senado, revelando a extensão dos danos provocados pela atividade do sal-gema em Maceió.

Esse debate resultou no laudo definitivo da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), responsabilizando a Braskem pelo afundamento do solo na região. Só a partir daí é que a empresa passou a se responsabilizar pelas compensações aos moradores.

De lá para cá, Rodrigo Cunha esteve várias vezes no local e realizou várias reuniões com o governo em Brasília para agilizar as soluções para as famílias.

Acompanhe o trabalho do Rodrigo Cunha




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